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BYOD será prática corrente no Brasil a partir de 2014

08 ago
2013

BYOD será prática corrente no Brasil a partir de 2014

Programas de BYO estão longe de ser realidade para a maioria das grandes empresas brasileiras, revela pesquisa feita pela Navita entre fevereiro e junho de 2013. Dos 204 líderes de TI ouvidos pela empresa, apenas 9% afirmam já terem programas implantados e funcionando em suas organizações. E 32% sequer planejam a implantação. Dos 59% que pretendem  adotar a prática, 15% planejam fazê-lo ainda em 2013 e 77% nos próximos dois anos.

“Significa que, como na maioria dos movimentos tecnológicos, estamos um ano atrás dos Estados Unidos”, afirma Roberto Dariva, CEO da Navita. Segundo ele embora a amostragem de entrevistados seja pequena, ela é representativa, por ter concentrado as entrevistas em grandes empresas, não clientes da empresa, para entender de forma adequada o momento do mercado brasileiro.

De acordo com o estudo, entre as empresas que já implantaram programas de BYOD (9%), na maioria (95%) houve a preocupação com a implantação de políticas de TI e segurança (gráfico abaixo); 89% buscou implementar políticas de suporte ao usuário; 84% homologou os dispositivos que permite acesso ao ambiente corporativo; 79% descreveu as políticas jurídicas nos dispositivos pessoais usados para acesso ao ambiente corporativo.

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Conceito pouco compreendido
Na opinião de Dariva, um dos resultados mais significativos da pesquisa é falta de entendimento da maioria dos CIOs sobre o processo de implantação de um programa de BYOD. “Na verdade, é curioso como mesmo o entendimento do que venha a ser um programa de BYOD é diferente entre os profissionais”, afirma o executivo.

Algumas empresas alegam ter um programa de BYOD implantado, mas sem serviço de suporte aos usuários. Outras dizem que não homologam os dispositivos permitidos e deixam que o acesso seja feito a partir de qualquer dispositivo e ainda existem aqueles que pensam que permitir o acesso a webmail desde um dispositivo móvel é BYOD.

“No nosso entender não existe um programa de BYOD sem ferramentas de MDM”, completa Dariva.

Abrir o acessos ao ambiente corporativo para dispositivos pessoais sem ofertar serviço de suporte, definir elegibilidade ou homologar os dispositivos permitidos ao acesso, são características comuns aos programas de BYOD com implementação deficiente, afirma o estudo, que cobre 13 perguntas relacionadas ao tema, dividida em dois grandes grupos: como as empresas gerenciam as informações corporativas nos dispositivos móveis e como gerenciam o uso dos dispositivos.

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