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SAP cresce 277% no Sul

22 jul
2013

SAP cresce 277% no Sul

A SAP cresceu 277% em vendas de softwares na região Sul durante o segundo trimestre de 2013 em relação ao mesmo período do ano passado, com o Rio Grande do Sul puxando a fila com uma alta de 455%.

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Os resultados ficaram acima da média da empresa no país, onde a alta das vendas de novos softwares ficou em 107%.

O indicador das vendas de novos softwares é usado na indústria para medir a pujança da empresa,  uma vez que representa a entrada de novos clientes na carteira.

No total, incluindo as receitas de suporte, manutenção, consultoria e treinamento, a SAP cresceu 46% no período, bem acima dos resultados mundiais, no quais a alta foi de 4% para 4,06 bilhões de euros.

“São resultados extraordinários se comparados com a média do crescimento do mercado e o momento da economia brasileira”, afirma o presidente da SAP Brasil, Diego Dzodan, que comentou os resultados em teleconferência realizada nesta quinta-feira, 18.

Dzodan atribuiu o bons resultados à estratégia de regionalização posta em prática pela SAP no começo do ano, quando foram criadas diretorias específicas destinadas a fomentar vendas no  Centro-Oeste e Nordeste, Interior de São Paulo e no Sul.

A regional Sul é comandada pelo gaúcho Juliano Korff, que está na SAP há três anos, vindo de passagens Bearing Point USA (adquirida no Brasil pela Americana CSC) e Neoris.

As vendas na região só perderam para as do Centro-Oeste, onde a alta passou dos quatro dígitos. Tendo em que a SAP tem uma base muito pequena em estados como Mato Grosso e que já possui uma base sólida no Sul, o crescimento por aqui é ainda mais surpreendente.

“Tivemos um crescimento forte na área de manufatura e agronegócio, além de entregar projetos mais sofisticados para a clientes antigos, usando tecnologia Hana para processamento de obrigações fiscais”, explicou Dzodan.

O executivo argentino, no comando da  SAP Brasil em julho do ano passado, não menciona nomes, mas também não é preciso. Ao longo dos últimos meses, o Baguete vem divulgado uma série de grandes contratos que a multinacional alemã tem fechado na região.

Só em julho, por exemplo, a empresa fechou a implementação de um ERP na Stara, uma conta nova, e um canal entregou um projeto fiscal para a Quero-Quero, um cliente da base.

Em abril, a C. Vale, uma das maiores cooperativas agroindustriais do país, sediada no Paraná, fechou a compra de um sistema de gestão.

Parte dos resultados se dá inclusive crescendo sobre a base dos concorrentes, como no caso da Tigre, que em dezembro decidiu migrar da Oracle para SAP, ou a Kepler Weber, que fez a mesma decisão em relação ao seu sistema Totvs.

VENDAS INDIRETAS
Do total de vendas no trimestre, 46% foram feitas via canal, adiantando a meta da multinacional de cruzar a barreira dos 40% através de canal até 2015.

A subsidiária possui mais de 3.500 clientes em sua base atualmente. Destes, 32% são grandes empresas e 68% PMEs.

A modalidade de vendas indiretas teve um salto de 263% frente ao mesmo trimestre do ano passado, enquanto o número de novos parceiros de 2012 para os seis primeiros meses de 2013 cresceu 25%.

Fonte: Baguete

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